5º Ecofis discute liderança em Enfermagem e desafios da fiscalização

A cidade de São Luís, no Maranhão, é o palco dos debates do 5º Encontro de Coordenadores de Fiscalização (ECOFIS) que ocorre nesta terça-feira (26) e reune aproximadamente cem coordenadores de todo o país. As discussões do dia foram iniciadas com a palestra da presidente do Conselho Regional de Enfermagem do estado (Coren-MA), Célia Rezende. A presidente discorreu sobre o paralelo entre a gestão tradicional e a gestão contemporânea.

As diferenças entre os enfoques administrativos- centralização nos recursos x enfoque nas pessoas, controle centralizado x valorização das competências, habilidades e atitudes. Assim, com a ideia de mostrar a necessidade de se adaptar aos princípios da Nova Gestão Pública, a presidente do Coren-MA destaca essa realidade, inserida no contexto da gestão em Enfermagem. “Precisamos estar atentos a todo tipo de melhoria na gestão e ajudar sempre, da melhor forma possível, o funcionamento eficiente do Sistema Cofen/Conselhos Regionais”, enfatiza Célia Rezende.

O coordenador da Câmara Técnica de Fiscalização (CTFIS), Carlos Rinaldo, debateu sobre a prática dos coordenadores de fiscalização e a importância do processo de decisão dos coordenadores, aludindo a uma ideia de introspecção decisória. “O poder é um exercício solitário, porém não pode ser entendido com um processo de decisão unitária”, finaliza.

Desafios na Gestão dos Departamentos de Fiscalização – A conselheira do Cofen, Maria de Fátima do Rozário Borges Sampaio, ao coordenar a palestra sobre os Desafios na Gestão dos Departamentos de Fiscalização, ressaltou que a excelência do Ecofis reside na harmonia das discussões tratadas durante o evento.

“Temos aqui um momento para discutir e definir políticas a fim de serem aplicadas no Sistema Nacional de Fiscalização. Reunimos tanto profissionais que discutem e elaboram as normas de fiscalização quanto profissionais que executam essas referidas normas”, aponta a conselheira, que considera o evento uma excelente oportunidade de troca de experiências.

A ideia de discussão da política de orientação do Sistema Nacional de Fiscalização também foi um ponto lembrado pelo coordenador e conselheiro do Coren-RR, Bernardo Alem. Para o coordenador, “a troca de experiências, advinda das discussões de diferentes realidades no país, enriquece toda a discussão e remete para uma questão que deve ser lembrada por todos os coordenadores: o foco.”

Bernardo também destaca que a legislação que orienta as fiscalizações deve estar sempre em consonância com a realidade. “O trabalho dos fiscais deve ser visto como um exercício de inclusão e que traz benefícios para toda a sociedade”, completa o coordenador ao destacar o que considera a missão primordial dos coordenadores: “Defender a vida”.

Fonte: Cofen

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